Sabendo que os dias não são todos iguais, aí estou eu, na rua, para me dedicar a mais um dia rotineiro. Bem agasalhada, porque o tempo não está de grandes calores estando, até bem diferente ao de ontem, na temperatura.
- Ah… tenho de voltar a casa, esqueci a minha pedra.
Acelera seu passo, entra em casa e levanta a almofada…
- Eu sabia que estavas à minha espera…não imagino perder-te.
Beija a pedra, coloca-a no bolso de suas calças e sai, agora, mais completa para começar o dia de trabalho.
Já bem perto do escritório primeiro, a pastelaria do Sr. João. É ali, que todos os dias toma o pequeno-almoço.
- Bom Dia Sr. João.
-Olá Bom Dia menina Cláudia. Vai o costume?
- Sim, para não variar. Obrigado.
(Trata-se de um copo de leite bem quente e um pãozinho de Deus com um pouco de manteiga). Sentei-me, até porque ainda faltava uma meia hora para entrar no escritório e, entretive-me a observar aquele mundo de gente. Uns mais apressados que outros, por sua vez, outros conversando num timbre de voz que quase causa arrepios. Conversas de futebol, de mulheres e homens, do dizer mal deste e daquela, enfim, um mar de vida.
- Ah… tenho de voltar a casa, esqueci a minha pedra.
Acelera seu passo, entra em casa e levanta a almofada…
- Eu sabia que estavas à minha espera…não imagino perder-te.
Beija a pedra, coloca-a no bolso de suas calças e sai, agora, mais completa para começar o dia de trabalho.
Já bem perto do escritório primeiro, a pastelaria do Sr. João. É ali, que todos os dias toma o pequeno-almoço.
- Bom Dia Sr. João.
-Olá Bom Dia menina Cláudia. Vai o costume?
- Sim, para não variar. Obrigado.
(Trata-se de um copo de leite bem quente e um pãozinho de Deus com um pouco de manteiga). Sentei-me, até porque ainda faltava uma meia hora para entrar no escritório e, entretive-me a observar aquele mundo de gente. Uns mais apressados que outros, por sua vez, outros conversando num timbre de voz que quase causa arrepios. Conversas de futebol, de mulheres e homens, do dizer mal deste e daquela, enfim, um mar de vida.
Leva a sua mão ao bolso das calças e retira a pedra. Cheira-a, beija-a e esfrega-a, suavemente nas mãos...
- Aqui está o seu pequeno-almoço menina.
- Ah…obrigado Sr. João.
Remete a pedra novamente ao bolso e começa a comer. Entretanto...
- Olha, o meu colega.
Levantando o seu braço, faz-lhe sinal para que se fosse sentar e assim foi. Acompanhado da sua bica, sentou-se e lá demos dois dedos de conversa. O suficiente para o tempo passar a correr. Saímos e dirigimo-nos ao escritório.
E…
Uma surpresa logo de manhã e para mim.
Ainda não me tinha sentado e sou abordada pelo meu Director, acompanhado por um outro senhor.
Diz-me o Director:
- Bom Dia Cláudia, apresento-lhe o Sr. Thomáz.
Entra hoje para a empresa e vem ocupar o lugar vago junto de si.
Delicadamente, levanto-me e cumprimento o Senhor e depois o meu Director que, de imediato me diz:
- Cláudia, quero pedir-lhe que ajude este nosso, novo, colaborador. O identifique do que se pretende e lhe dê uma apresentação, o mais apurada possível, sobre a empresa. Gaste o tempo que achar necessário, para que nada possa escapar. Quero o Thomáz bem conhecedor de quem somos. Deixo-o nas suas mãos, até já.
Assumi a função mas... não sem antes reparar o quanto o meu Director me observava.
O seu olhar, fora do habitual, os seus olhos, a fixação em mim, por vezes o parecer interromper a sua conversa e, naquele curto silêncio, o seu olhar como se fosse a primeira vez que me via.
Não posso dizer que tenha ficado incomodada, mas...
Quer dizer…fiquei. Algo de diferente notei e em mim penetrou... e ficou.
- Aqui está o seu pequeno-almoço menina.
- Ah…obrigado Sr. João.
Remete a pedra novamente ao bolso e começa a comer. Entretanto...
- Olha, o meu colega.
Levantando o seu braço, faz-lhe sinal para que se fosse sentar e assim foi. Acompanhado da sua bica, sentou-se e lá demos dois dedos de conversa. O suficiente para o tempo passar a correr. Saímos e dirigimo-nos ao escritório.
E…
Uma surpresa logo de manhã e para mim.
Ainda não me tinha sentado e sou abordada pelo meu Director, acompanhado por um outro senhor.
Diz-me o Director:
- Bom Dia Cláudia, apresento-lhe o Sr. Thomáz.
Entra hoje para a empresa e vem ocupar o lugar vago junto de si.
Delicadamente, levanto-me e cumprimento o Senhor e depois o meu Director que, de imediato me diz:
- Cláudia, quero pedir-lhe que ajude este nosso, novo, colaborador. O identifique do que se pretende e lhe dê uma apresentação, o mais apurada possível, sobre a empresa. Gaste o tempo que achar necessário, para que nada possa escapar. Quero o Thomáz bem conhecedor de quem somos. Deixo-o nas suas mãos, até já.
Assumi a função mas... não sem antes reparar o quanto o meu Director me observava.
O seu olhar, fora do habitual, os seus olhos, a fixação em mim, por vezes o parecer interromper a sua conversa e, naquele curto silêncio, o seu olhar como se fosse a primeira vez que me via.
Não posso dizer que tenha ficado incomodada, mas...
Quer dizer…fiquei. Algo de diferente notei e em mim penetrou... e ficou.
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